sexta-feira, 22 de maio de 2015

Eunice, exemplo de educadora!

Quero começar esse post com um famoso jargão da minha mãe, ela sempre diz “mãe é mãe!”. Profundo, né?! Hehehehe

Ela sempre diz isso quando conversamos sobre os sacrifícios que as mães fazem por seus filhos. Minha mãe foi um pouco ausente na rotina do dia-a-dia na minha infância e adolescência, quando eu era mais nova me questionava, afinal eu estudava em colégio particular e as mães das minhas amigas não ‘trabalhavam fora’, ao contrário dos meus pais (e minha mãe trabalhava 12x36hrs no hospital, a noite).

Um dia, fazendo devocional um trecho me chamou atenção:

“Paulo chegou às cidades de Derbe e Listra. Em Listra morava um cristão chamado Timóteo. A mãe dele, uma cristã, era da raça dos judeus, mas o pai dele não era judeu. Todos os irmãos que moravam em Listra e Icônio falavam bem de Timóteo. Paulo quis levá-lo consigo e por isso o circuncidou, pois todos os judeus que moravam naqueles lugares sabiam que o pai de Timóteo não era judeu.” (Atos 16:1-3)

Quando li que falavam bem de Timóteo imaginei como ele deveria ser um rapaz educado, solícito, gentil e que honrava seus pais. Continuando a leitura, o texto faz questão de mencionar que seu pai não era judeu. E quão relevante isso é? Trata-se de outra crença, princípios diferentes dos de sua esposa.

Você acha fácil conversar com alguém que pensa diferente? Que crê em outras coisas? Não muito né? Imagina ser casado com alguém assim (jugo desigual), a milhares de anos atrás… A mãe de Timóteo deveria ser uma mulher muito sábia (Pv 31).

“Lembro da sua fé sincera, a mesma fé que a sua avó Lóide e Eunice, a sua mãe, tinham. E tenho a certeza de que é a mesma fé que você tem.” (2 Tm 1:5)

São poucas menções sobre ela, mas já nos marcou com seu exemplo de mãe, esposa e fé verdadeira!

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