terça-feira, 30 de junho de 2015

Diário de Débora :: Diário de Uma Mãe Coruja

Oi pessoal, voltei!!!
Dessa vez demorei bastante, né? Muitas mudanças, como disse no post anterior (se ainda não leu CLIQUE AQUI), estou morando em Recife e no começo do ano procurei escola pras crianças e umas faculdades para eu transferir pra cá. Consegui pros pequenos logo, mas a minha foi definitiva somente em abril e depois muitoooooo corrido por causa das provas do primeiro bimestre que já estavam pra ocorrer e do segundo bimestre. Consegui passar de semestre e estou de férias, Uhuuuuulllll! Agora podemos avançar bastante no meu diário.


Depois dos três meses de Maria Vitória, o tempo passou muito rápido. Ela sempre foi uma criança bem ativa, gostava de atenção e não parava muito quieta. Talvez eu tenha um pouco de culpa por ela ser assim, agitada. Isso porque eu sempre a estimulei desde muito pequena, mais especificamente desde que nasceu hehehehe. Como eu disse anteriormente, tive o privilégio de cuidar somente da pequena nos primeiros três meses, pois tive ajuda de secretária do lar e assim pude o tempo todo, instigá-la. Usava brinquedos pra idade, músicas, luzes, passeios de carrinho conversando com ela, virava-a de barriga pra baixo, de costas, ufa! 

Pois é, eu fazia isso mesmo, achava que tinha que ensiná-la a andar com 5 meses, brincadeirinha! Mas a princesinha correspondia a todas as minhas expectativas: sentou aos 4 meses, engatinhou aos 6 meses, ficou em pé aos 8 meses e andou - sem ajuda - aos 10 meses. Sendo assim, eu me sentia aliviada, pois acreditava que estava fazendo o melhor pra ela.
Quando a Mavi estava com 6 meses, achamos melhor mudar de apartamento pois o que morávamos era pequeno até pra receber visitas. Mudamos para um bairro mais distante do centro de São José dos Campos, mas gostei bastante do lugar pois tinha tudo bem perto: mercadinho, papelaria, açougue, salão de beleza, padaria, restaurante, escola da natação, praça, locadora, enfim, um lugar perfeito pra quem ia cuidar da filha em tempo integral, com diarista só 1x por semana e sem família ao lado.
O prédio tinha 3 quartos, brinquedoteca, parquinho, piscina e salão de festas e, naquele momento, era o que precisávamos.

Esse período foi sensacional! Acompanhar o desenvolvimento e poder  estar lá a cada superação e descoberta foi a melhor decisão que tomei. Ela cresceu num piscar de olhos e aos 12 meses andava e já falava algumas palavras básicas, como mamãe, papai, dá, qué, caca e outras. Pra nós, mães e pais, os nossos filhos são sempre os melhores, os mais rápidos, os mais altos, os mais gordinhos, os mais fortes e os mais inteligentes. São inevitáveis as comparações e comentários nessa época (e também mais pra frente hehehe). Eu vejo isso como uma coisa saudável, uma tentativa de nos auto-avaliarmos como pais, se talvez estamos no caminho certo. 

Quando ela crescer vou perguntar se acha que fui uma boa mãe (aiiiiiii) e já adianto pra minha MAMYS 
“Mãe, você foi e continua sendo ESPETACULAR!”.

Ótima semana pra vocês e até o próximo post!



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