terça-feira, 31 de maio de 2016

Diário de Débora :: Mãe de Segunda Viagem


Oiiiii pessoal! Que saudades de vocês!

Se você é nova por aqui ainda nem deve me conhecer, então pode CLICAR AQUI para conhecer um pouco da minha história.

Perdoem-me pela ausência, pois depois de julho de 2015 (último post) minha vida deu mais uma volta: saí da faculdade, fui pro Canadá (fiquei um tempinho por lá - e sozinha), voltei, quase surtei e retornei pra SP.
Comecei um novo esporte - e até ganhei uns trofeuzinhos! #QuaseNadaCompetitiva (eu prometo que chego logo nessa parte), mas para dar continuidade no Diário, já apresentei a Mavi agora tenho que apresentar meu filho pra vocês.

Estávamos morando em Jacareí-SP, na nossa casinha nova, com vizinhos maravilhosos, Mavi com mais de 3 anos e meio e eu no segundo ano da Faculdade, quando... engravidei do meu segundo filho. 

Não foi planejado, mas foi muito bem vindo, já que sempre quis uma família grande quando era mais nova e estava quase desistindo desse plano pela faculdade, por querer dar atenção a pequena e ao marido.


A gravidez foi super tranquila e o parto foi normal com analgesia. 
Pra variar um pouco, sangrei bastante após o parto, mas dessa vez a médica estava de sobreaviso e não cheguei a desmaiar. Ela controlou o sangramento e a pressão com  medicamentos e volume de líquidos. Este problema de sangramento no pós-parto no meu caso ficou sem resposta até hoje, já que depois fiz vários exames e todos os resultados foram normais (Enigmas da Medicina?).
Minha recuperação foi ótima, a amamentação foi tranquila, só tive fissuras na segunda semana, que tratei com lanolina em pomada.
Fiquei de licença maternidade da faculdade e recebi todo suporte e apoio dos professores e coordenadores para que não perdesse as atividades. 
Concluí o semestre com as provas presenciais e no fim deu tudo certo.

O pequeno se desenvolveu bem tranquilo, dessa vez, como toda mãe de secunda viagem, não tive pressa e nem "pressionei" o pequeno para que ele fosse maratonista com 1 ano Hehehehe!
Dessa vez, deixei que a natureza se encarregasse das descobertas e aprendizados do bebê, apenas apresentando o mundo a ele e o deixando livre pra escolher se queria fazer as atividades que eu propunha (tapetinho, chocalhos, mordedores, sons, luzes, etc).
Sendo assim, percebi que ele cresceu muito mais calmo que Mavi e não precisei colocá-lo na escola com 1 aninho.

Eu tinha uma ajudante - a querida Dna. Neuza -  em casa todos os dias pra cuidar da casa e ficar com o Pedro quando eu ia pra faculdade de manhã. Eu cuidava das crianças e fazia a comida.
Essa minha rotina era bem tranquila, conseguia amamentar pela manhã antes da escola, levava Mavi pra aula e ia pra minha Engenharia. Na volta buscava Mavi, fazia comida e ficava à disposição deles a tarde e a noite pra atividades afins.

Como tudo na minha vida é uma loucura, a calmaria foi invadida por um Tsunami em forma de proposta de uma promoção de meu marido pra morar em Recife-PE e, como bons aventureiros que somos, ACEITAMOS!


No próximo episódio da minha vida eu conto como foi o primeiro ano nessa cidade controversa.

Beijos,





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